19 de Junho de 2009

 

Vil de Moinhos fica encostada ao perímetro urbano de Viseu, no lado poente da cidade, pitoresca povoação desdobrada nas margens do Pavia.

Vil de Moinhos actualmente é quase cidade.

Ali, hoje, só existe a lembrança dos moleiros.

Vil de Moinhos é quase cidade, principalmente quando vive as Cavalhadas.

Os moleiros já não vestem de moleiros, vestem mesmo de senhores.

 

Estes são alguns excertos do livro Cavalhadas de Vil de Moinhos, escrito por Alberto Correia, em 1979.

É com base nesta obra que fomos, mais uma vez, ouvir o historiador , agora sobre o passado das Cavalhadas de Vil de Moinhos.

 

Este cortejo que marca as principais ruas da cidade de Viseu, na manhã de 24 de Junho, sofreu já diversas peripécias, como aconteceu, nos anos vinte do século passado, quando o bispo D. José da Cruz Moreira Pinto interditou a capela em S. João da Carreira.

 

Assim, o próximo programa de O Som da Gente é também uma homenagem às gentes de Vil de Moinhos que, durante quase quatro séculos, mantêm o cortejo das Cavalhadas.

publicado por somdagente às 19:33
13 de Junho de 2009

 

 

 

Na sequência do programa da semana passada, continuamos na companhia do Dr. Alberto Correia, historiador e antropólogo.

 

Depois de O Som da Gente  ter visiitado a Sé de Viseu, paramos, no largo frontal, para ouvir falar do Museu Grão Vasco.

 

 

O largo da Sé é fechado, a poente, pela imponente Igreja da Misericórdia. Olhando-a de frente, foi a oportunidade para o Dr.. Alberto Correia, por sinal também mesário na Santa Casa da Misericórdia de Viseu,  nos falar, não só deste monumento, mas também da história da misericórdia local.

 

 

publicado por somdagente às 17:20
05 de Junho de 2009

 

No centro histórico da cidade de Viseu, com o Dr. Alberto Correia, historiador e antropólogo, no próximo programa de O Som da Gente vamos ter algumas estórias da nossa história.

Entre factos e lendas, vamos ouvir falar do rei Rodrigo, de Viriato e depois, no claustro baixo da Sé, de D. Manuel da Silva, o Bispo mecenas de Grão Vasco, de D. João Vicente e de S. Teotónio.

 

No interior, percorreremos a evolução arquitectónica da catedral com destaque para a substituição das gigantescas telas de Grão Vasco pela talha dourada e não deixaremos de reparar na abóbada, edificada com o mesmo risco arquitectónico dos Jerónimos.

 

E, neste programa ficaremos por aqui, com o olhar pela modernidade do novo altar -mor que satisfazendo as exigências actuais do culto não deixa de ocultar a riqueza da capela-mor da Sé de Viseu.

 

 

Como escreveu o historiador Alexandre Alves, Alberto Correia que foi durante muitos anos, director do Museu Grão Vasco, é essencialmente pedagogo, arqueólogo e etnólogo por vocação.

 

Em campanhas arqueológicas procurou exumar os segredos milenares de civilizações extintas. Acorre desvelado, ao apelo soluçado das "Alminhas" dos caminhos e debruça-se, interessado e solícito, sobre o trabalho dos velhos artesãos. Sabe como se fazem as brezas do Montemuro e as cestas de palha de Alvite.

É com o saber e o conhecimento deste vulto da nossa cultura que O Som da Gente passa a contar a partir do próximo programa.

 

No futuro próximo, iremos ainda ouvir falar do Museu Grão Vasco, da Igreja da Misericórdia de Viseu e das Cavalhadas de Vil de Moinhos.

Em nome do nosso auditório, um bem haja ao Dr. Alberto Correia.

publicado por somdagente às 12:06
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