19 de Setembro de 2008

 

 

Albertino Tecelão, passou ao lado da escola. O seu Português revela isso mesmo.
Nascido no Paul, na serra da Estrela, os pais cedo lhe trataram de arranjar ofício.
Aprendeu a arte de tecelão.
Como muitos lá da terra, tecia, em casa, peças encomendadas pelas fábricas da Covilhã.
 
O Serviço militar trouxe-o até terras de Castro Daire. Em Cetos, se enamorou e casou.
Do Paul mandou vir dois teares, pelo comboio, de Tortosendo a S. Pedro do Sul e depois por carros de vacas até Cetos e aqui passou a ser  o único tecelão na região.
 
 
 
Numa zona onde as tecedeiras eram muitas, ele era o único tecelão.
A  maior parte das mulheres já deixaram o tear. O ti Albertino, arribado nos seus oitenta e quatro anos, lá continua, do nascer ao por do sol, a tecer as suas mantas de tiras ou as peças de linho ou algodão.

 

publicado por somdagente às 13:31
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